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📍Nos reunimos toda sexta-feira, às 14:00h, na Comunidade São Lucas - Cristo Redentor. Venha nos fazer uma visita!😊
Programa de Extensão em Educação Popular, Promoção da Saúde e Segurança Alimentar e Nutricional. Ação compartilhada com as comunidades Boa Esperança, Jardim Itabaiana e Pedra Branca, em João Pessoa-PB, e com trabalhadores da Unidade de Saúde da Família Vila Saúde. Vinculado ao Dep. de Nutrição/CCS e ao Dep. de Promoção da Saúde/CCM da UFPB.
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As atividades do Grupo de Saúde Comunitária e Práticas Integrativas ao longo do mês de maio, realizou diferentes momentos de cuidado, acolhimento, diálogo e fortalecimento dos vínculos com a comunidade. Entre as vivências, tivemos uma celebração especial em homenagem ao Dia das Mães, com a presença da professora Olgamir Amâncio, marcada por afeto, escuta e reconhecimento da importância das mulheres e mães da comunidade. Também foram desenvolvidas práticas voltadas ao bem-estar físico e emocional, como pilates, meditação e ventosa, proporcionando momentos de relaxamento, autocuidado e atenção à saúde.
Durante esse período, também aconteceram conversas importantes sobre alimentação, problemas e dificuldades vivenciadas no cotidiano da comunidade, possibilitando um espaço de troca de saberes, escuta sensível e construção coletiva de conhecimentos.
Além disso, o mês foi marcado pelo acolhimento de novas estudantes extensionistas, que passaram a integrar o projeto e a vivenciar a extensão como um caminho de aprendizado, compromisso social e aproximação com a realidade da população.
No mês de abril, as atividades do Grupo de Saúde Comunitária e Práticas Integrativas foram voltadas à promoção da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida dos participantes. Os encontros contaram com momentos de meditação, proporcionando relaxamento e atenção plena, além de sessões de pilates e alongamentos, que estimularam a mobilidade, a consciência corporal e o fortalecimento físico.
As práticas desenvolvidas favoreceram o cuidado integral, incentivando hábitos saudáveis e fortalecendo os vínculos entre os participantes por meio de um ambiente acolhedor, de escuta e de convivência, reafirmando a importância das práticas integrativas na promoção da saúde comunitária.
No mês de março, as atividades do Grupo de Saúde Comunitária e Práticas Integrativas foram dedicadas à celebração do Dia Internacional da Mulher, promovendo um momento especial de valorização, acolhimento e reconhecimento das participantes. O encontro contou com homenagens, entrega de lembranças e momentos de confraternização, fortalecendo os vínculos entre os integrantes do grupo.
A comemoração proporcionou um espaço de afeto, escuta e convivência, valorizando o papel da mulher na comunidade e incentivando o cuidado com a saúde física, emocional e social. As atividades desenvolvidas reforçaram a importância da promoção da saúde por meio de ações que unem acolhimento, respeito e integração comunitária.
As atividades do Grupo de Saúde Comunitária e Práticas Integrativas no mês de fevereiro foram marcadas pelo fortalecimento da convivência, do planejamento coletivo e da valorização da cultura popular. Os encontros contaram com as práticas tradicionais de massagem, meditação, rodas de conversa, auriculoterapia e ventosaterapia, promovendo momentos de cuidado integral, acolhimento e bem-estar entre os participantes.
Durante o mês, foi realizado um animado Baile de Carnaval, proporcionando um momento de integração, alegria e descontração por meio da música, da dança e da celebração coletiva. Também aconteceu a reunião quinzenal de planejamento, na qual os participantes puderam avaliar as atividades desenvolvidas, compartilhar sugestões e contribuir para a organização das ações futuras do grupo. As atividades realizadas reforçaram a importância da participação ativa, do cuidado humanizado e do fortalecimento dos vínculos comunitários.
No mês de março, os encontros foram marcados por importantes diálogos e mobilização comunitária. Um dos principais destaques foi a construção coletiva do abaixo-assinado relacionado à questão da água e à posse fundiária na comunidade, temas que representam desafios históricos para os moradores.
Ao longo do mês, ocorreram diversas rodas de conversa e momentos de escuta, fortalecendo a participação popular e a busca por melhorias nas condições de vida da comunidade. Também promovemos reflexões em alusão ao Dia Internacional da Mulher, valorizando as trajetórias, conquistas e experiências das participantes, em um espaço de acolhimento, troca de saberes e fortalecimento coletivo.
Ademais, foram realizadas práticas integrativas voltadas ao cuidado e ao bem-estar, incluindo momentos de relaxamento e meditação guiada por músicas e comandos que estimularam a imaginação e a concentração.
No mês de fevereiro, realizamos encontros marcados pela alegria, criatividade e partilha. Em alusão ao Carnaval, levamos diversos objetos, tecidos, recortes, cores e marchinhas carnavalescas, proporcionando momentos de interação e expressão. Também promovemos conversas sobre o significado do Carnaval, compartilhando experiências, lembranças e histórias vividas pelas participantes. Como parte das atividades, confeccionamos os tradicionais cordões de Carnaval, despertando memórias afetivas e fortalecendo os vínculos do grupo.
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| Além disso, foram realizadas práticas de cuidado e bem-estar, como escalda-pés, meditação, ventosaterapia e momentos de escuta ativa, promovendo acolhimento, relaxamento e troca de experiências. |
Além disso, foram realizadas práticas de cuidado e bem-estar, como escalda-pés, meditação, ventosaterapia e momentos de escuta ativa, promovendo acolhimento, relaxamento e troca de experiências.
Tivemos ainda um encontro exclusivo voltado para alongamentos com cabos de vassoura, incentivando movimentos corporais simples e acessíveis para o dia a dia. A atividade foi muito positiva e contou com grande participação das integrantes.
Já no final do mês, demos início ao diálogo sobre a questão da água na comunidade, trazendo reflexões importantes sobre o acesso e importância para a saúde e a qualidade de vida.
Janeiro marcou o retorno das atividades do Grupo de Saúde Comunitária e Práticas Integrativas, reunindo os participantes em mais um momento de convivência, acolhimento e cuidado. Os encontros favoreceram a interação entre o grupo, proporcionando um espaço de escuta, diálogo e troca de experiências, além de dar continuidade às ações desenvolvidas pelo projeto.
Durante o mês, foi realizada uma confraternização ao período de Boas Festas, reunindo os participantes em um momento de integração e convivência. A programação também contou com um lanche coletivo, que estimulou a aproximação entre os integrantes e fortaleceu o espírito comunitário por meio de conversas e da partilha de experiências.
As atividades do Grupo de Saúde Comunitária e Práticas Integrativas no mês de dezembro focaram no acolhimento e no fortalecimento de vínculos. Os encontros contaram com as práticas tradicionais de massagem, meditação, rodas de conversa, auriculoterapia e ventosaterapia, além de bingos comemorativos com sorteios partilhados que promoveram momentos de descontração. Nas conversas, o grupo relembrou os encontros e momentos especiais vividos ao longo do ano, abrindo espaço para planejar o que gostariam de ver no próximo ciclo, além de celebrar a alegria de estarem mais um final de ano juntos.
Foi realizada a celebração de Natal e fim de ano, na qual os participantes se reuniram para confeccionar a decoração natalina e partilhar um lanche coletivo muito especial preparado por eles mesmos. As ações de encerramento reforçaram a importância da união, do cuidado humanizado e da valorização das vivências comunitárias.
Em novembro as atividades do Grupo de Saúde Comunitária foram marcadas por momentos de escuta, partilha e conversas sobre saúde. Nossas rodas de conversa e as práticas integrativas de auriculoterapia, ventosaterapia, escalda pés e as massagens contribuem para o fortalecimento dos vínculos entre os participantes e para o cuidado com a saúde de forma integral, promovendo relaxamento, alívio de tensões e incentivo ao autocuidado. As atividades desenvolvidas ao longo do mês reforçaram a importância do cuidado humanizado e da valorização das vivências de cada participante.
As atividades do Grupo de Saúde Comunitária no mês de outubro foram marcadas por momentos de troca, acolhimento e promoção da saúde. As rodas de conversa e as práticas integrativas contribuíram para o fortalecimento dos vínculos entre os participantes e para o cuidado com a saúde de forma integral.
"Educação Popular: ontem, hoje e amanhã", uma reflexão de um educador popular.
Essa práxis adota como pressuposto fundante, para sua realização, o mergulho na realidade social e o estabelecimento de vínculos humanos autênticos e significativos por meio da convivialidade no e com o território e o contexto de atuação.
É por meio dessa imersão que educadores e educadoras identificam as questões geradoras locais, garantindo que o processo educativo responda diretamente às demandas concretas do território e/ou do contexto. Trata-se de uma construção horizontal, feita com as pessoas, distanciando-se de posturas centradas na transmissão de conhecimentos, tampouco voltadas à imposição de normativas e condutas padronizadas, ditadas tecnicamente, e impostas aos modos de viver das pessoas.
Pela Educação Popular, o papel do conhecimento científico e técnico profissional, sobretudo pela formação da academia, é somar-se às lutas coletivas já existentes para, de forma dialógica, compreender a realidade e formular o que Paulo Freire denomina "inéditos viáveis". Esse processo exige uma participação genuinamente protagonista da comunidade nessa construção, a qual é, necessariamente, fluída e dinâmica, conflitada por diferentes dimensões e elementos agregados pela profunda complexidade do mundo mesmo.
Nossa compreensão sobre essa dinâmica somente se materializa com a experiência concreta que possamos estar desenvolvendo no concreto vivido, ou seja, no cotidiano e nos territórios da vida. Ou seja, apenas aprende-se Educação Popular quando se desafia, efetivamente e afetuosamente, a construir a Educação Popular.
Minha aproximação com a Educação Popular ocorreu na graduação em Nutrição na UFPB, por meio da extensão universitária, junto à comunidade Maria de Nazaré e ao Projeto Educação Popular e Atenção à Saúde da Família. Inicialmente, como estudante de Nutrição no início do curso, questionava minha capacidade técnica de intervir. Mais do que isso, questionava a utilidade mesma de qualquer iniciativa minha junto àquela realidade. A falta de conhecimentos técnicos apurados fazia sentir-me, de certo modo, "inútil". Contudo, a imersão comunitária revelou que as demandas de saúde e alimentação emergem da própria complexidade da vida cotidiana (relações familiares, moradia, vulnerabilidades sociais) e não da patologia isolada.
Recordo-me de certa ocasião onde uma moradora que acompanhava, e que estava com hipertensão e diabetes, me solicitou uma conduta dietética. Mesmo sem ter cursado a disciplina de dietoterapia na época, a demanda concreta me impeliu a buscar o referencial científico junto a docentes e à literatura para mediar, junto com minha companheira de comunidade, as soluções para suas necessidades e demandas. Procurei a ciência para colaborar com a construção de um viver melhor e com mais dignidade junto com aquela senhora a quem tanto admirava e com que já tecia um forte vínculo humano.
Esse episódio ilustra a produção do conhecimento científico mobilizada pelas demandas reais da sociedade — um alinhamento epistemológico que a Educação Popular viabiliza com excelência.
Historicamente, a instituição acadêmica se consolidou a partir da negação do saber popular, negligenciando o que Paulo Freire denominou como "saber de experiência feito". A experiência é o fundamento da nossa trajetória civilizatória; a humanidade evoluiu substancialmente por meio de vivências sociais e históricas, aprendendo com os próprios erros e refinando suas práticas coletivas. Portanto, relegar a experiência a um plano de menor relevância é um equívoco epistemológico contemporâneo.
Contudo, é fundamental ressaltar que o saber empírico não é infalível nem detentor de uma verdade absoluta. Ele deve, necessariamente, submeter-se ao crivo da crítica e da autorreflexão. Nesse cenário, reside o papel essencial da academia, ajudada pela concepção da Educação Popular: mediar a análise crítica da experiência sem desestruturá-la, mas sim identificando e lapidando suas potencialidades para que ela seja significativamente potencializada.
Cada vez mais, nos últimos anos, muitas pessoas têm procurado a Educação Popular, ou mesmo se inserido em diversas práticas, movimentos e iniciativas nessa sentido. Venha você também conhecer, aprender, propor, criticar, somar, diversificar e pintar com cores vivas, e com muita mobilização, esse empolgante e instigante campo teórico, ético, político e metodológico de experiências educativas.
Embora antiga, e remontando, de forma mais estruturada e sistematizada, desde os anos de 1950, especialmente na América Latina, tendo como referencia central Paulo Freire, mas também muitos outros autores e outras autoras, do campo acadêmico e dos movimentos sociais, a Educação Popular ainda tem provocantes interfaces, diálogos e bons conflitos para travar em diferentes áreas e temáticas. Desafie-se também a pensar nosso campo e, com isso, propor novos horizontes e possibilidades para as lutas sociais dos movimentos populares e para a humanização e criticidade das políticas públicas, na defesa intransigente da democracia na capilaridade mesma de nossos territórios e espaços de ação educativa, social, cultural e política.
- Pedro José Santos Carneiro Cruz
Departamento de Promoção da Saúde, CCM e PPGE/CE/UFPB.
Observatório de Educação Popular em Saúde e Realidade Brasileira
Grupo de Pesquisa em Extensão Popular (EXTELAR)/NUPLAR/PROEX/UFPB
11/06/2026
O Programa de Extensão e Pesquisa “Práticas Integrais de Promoção da Saúde e Nutrição na Atenção Básica” (PINAB/UFPB) torna pública a relação de candidatos(as) selecionados(as) para a terceira edição do curso.
Acesse a lista de candidatos(as) aprovados(as) através do documento anexado no link abaixo.
RELAÇÃO DOS CANDIDATOS(AS) APROVADOS(AS)
Os nomes não constantes na presente relação infelizmente não tiveram sua carta de intenção aprovada, de acordo com os critérios estabelecidos na chamada de inscrição. Caso deseje solicitar uma revisão, o(a) candidato(a) deve enviar um e-mail para: curso.pinab@gmail.com
Informações Importantes:
Início das aulas: 17 de abril de 2026.
Horário: 15h00 às 17h00 (via remota).
Orientações de acesso: Os links para as salas virtuais serão enviados para os e-mails cadastrados no ato da inscrição.